Hatch da Fiat tinha motor 1.6 16V, de 106 cv de potência e 15,1 kgfm de torque

Visual mais arredondado, com faróis estreitos e lanternas traseiras divididas em três partes e bom espaço interno. Esse era o Brava, hatchback da Fiat lançado em setembro de 1999, exatos 20 anos atrás, com o slogan “Pecado é não ter um”.  Em relação aos equipamentos, a versão de entrada SX trazia de série direção hidráulica, regulagem de altura do volante, ajuste elétrico dos faróis e limpador traseiro. A configuração de topo ELX ainda incluía ar-condicionado automático, vidros elétricos dianteiros, sistema de som com toca-fitas e imobilizador. Os principais opcionais eram os air bags frontais e laterais, faróis auxiliares, toca-CD, alarme e rodas de liga leve.

O modelo tinha motor de 1,6 litro e 16 válvulas do Palio, que rendia 106 cv de potência e 15,1 kgfm de torque. Mais tarde ganhou uma versão esportiva HGT, inaugurando essa sigla entre os Fiat no país, com propulsor 1.8 de 132 cv e 16,7 kgfm. Outros diferenciais eram defletor traseiro, rodas de 15 polegadas e interior revestido de tecido especial. O Brava HGT ainda contava com suspensão recalibrada, mais firme, para melhor comportamento dinâmico.

Em 2001, Brava recebia o motor 1.6 Corsa Lunga (“curso longo” em italiano), em referência ao curso maior dos pistões em relação ao motor anterior. O propulsor tinha mais 0,3 kgfm de torque e melhor distribuição da potência por todas as faixas de operação, mantendo os 106 cv. Com isso, ele pedia menos trocas de marcha e tornava mais agradável a dirigibilidade. Junto ao novo motor vinham rodas de aro 15” na versão ELX e opcionais como bancos de couro e teto solar na HGT.

O modelo foi comercializado em vários países ao redor do mundo. Até no Japão, onde foi rebatizado de Bravissima, porque já havia outro modelo com o nome Brava por lá. Totalizando 43 mil unidades, o Brava foi produzido no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG) até 2003. O Brava, na prática o hatch do Marea – um dos principais sedãs dos anos 2000 –, acabou abrindo caminho para o Stilo que, por sua vez, foi seguido do Bravo, que agora tem o espaço ocupado pelo Argo.

 

 

 

 

 

 

Fonte: FCA Group / Imprensa
Fotos: Divulgação

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